terça-feira, 8 de junho de 2010

Linz - Parte 2

Nossa próxima parada em Linz foi o Pöstlingberg, de onde tivemos uma ótima panorâmica da cidade. Para chegarmos até lá rolou uma mega conversação em alemão, pois não achávamos o trem que nos levaria até o topo! O Luiz tá sabendo tudo :-)
Como o dia não estava dos melhores, as fotos não ficaram muito boas.
No topo, além da vista visitamos uma pequena igreja
....e paramos para um chá da tarde! hehehe ou melhor, chocolate quente da tarde, estava BEM frio lá em cima. E foi tudo de bom aquecer um pouco e comer strudel e essa torta de chocolate.
Depois caminhamos mais um pouco pelas ruas de Linz e nos encaminhamos para a República Checa.
Linz não tem muitas atrações, acho que o que mais nos chamou atenção foi a possibilidade de fazer uma viagem de barco entre várias cidades austríacas. Não posso deixar de comentar a simpatia das pessoas. Todas às vezes que pedimos explicações os moradores foram super receptivos. A senhora de uma padaria saiu de manga curta no frio só para nos indicar o caminho e o motorista do tram desceu do mesmo para nos ajudar a comprar os passes do trem.
No meio do dia já estávamos começando a esboçar fortes e sérios sinais de cansaço, ainda bem que a estrada para Praga fez com que recuperássemos as energias. Não tem auto estrada entre Linz e Praga, então o jeito foi passar por vicinais. Lindas!! Tudo muito bem organizado e limpo.
E o pôr-do-sol deu um show a parte no final do dia......
Ciao ciao

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Linz - Parte 1

Linz foi fundada pelos romanos, hoje é a terceira maior cidade da Austria e encontra-se as margens do rio Danúbio. Acabei de descobrir que Adolf Hitler passou a sua infância em Linz e considerada a mesma seu lar.
Começamos explorando a cidade pela catedral da Imaculada Conceição, Mariendom ou Virgem Maria. Fiquei feliz em encontrar um dom dedicado a uma mulher :) A catedral levou quase um século para ser terminada, e até hoje nenhuma outra catedral austríaca superou a sua largura, que permite acomodar 20.000 fiéis sentados.

A catedral me fez lembrar a Igreja do Nossa Senhora do Carmo, em Rio Grande, achei a arquitetura bem semelhante.

Eu adoro os vitrais, acho eles a parte mais alegre do interior das igrejas.


Nas proximidades da catedral encontramos mais duas igrejas, a dos Carmelitas (abaixo) e a do Martin Luther King. O que é uma doideira, já que para percorrer todas aproximadamente apenas 6 quadras.

Na centro da praça principal está a Trinity Column. Uma coluna barroca basicamente de mármore para representar a vitória de Linz frente a três grandes inimigos: a guerra (1701), o fogo (1712) e a praga (1713).
Na mesma praça central encontramos a bicicleta abaixo e ficamos pensando como alguém consegue andar nela. Pelo tamanho do plano horizontal penso que ela seja muita útil como meio de transporte de cargas.

Nas margens do Danúbio passamos pelo Lentos art Museum. É uma pena não ter bastante tempo e fôlego para visitar todos os lugares que gostaríamos. Por isso, somente apreciamos a faixada do prédio.

Deixamos Linz antes do anoitecer, então perdemos de ver o efeito luminoso do prédio no rio, mas nada que o google image não resolva!

Esse museu faz parte de uma grande área verde as margens do rio. No mesmo local encontram-se a casa de concertos de Linz e um grande parque.
Bom... vou fazer como o doende e me protegar da chuva, ou melhor, aproveitar o barulho dela para dormir. O final de semana foi excelente, mas cansativo.
A presto, bacione

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Salzburg - Parte 2

O castelo de Salzburgo, Hohensalzburg Castle, é um dos maiores castelos medievais da Europa. Sua construção começou em 1o77 e se expandiu até 1462. O castelo era habitado pelo alto clero austríaco e durante a segunda guerra serviu de prisão para os italianos capturados. Hoje o castelo é uma das maiores atrações turísticas da Austria. Como o dia estava horrível não tenho nenhuma foto bela do castelo, então achei melhor copiar uma do traveltwiter.
A cidade enriqueceu em função das mineiras medievais de sal, daí o seu nome Salz = sal e burgo = cidade. O sal nos primórdios permitia manter alimentos perecíveis no verão, além disso, quem tinha sal podia viajar e dominar territórios distantes, pois não tinha problema com a alimentação. Quem tiver tempo aqui tem um ótimo texto sobre sal e salário.
O topo do castelo só é atingido com um funicular e a vista de lá é incrível, mesmo com o tempo fechado e a neve batendo. Sim, nevou, estava muito vendo e nós tivemos que usar um guarda-chuva.
Algumas peças da mobília do castelo estão em exposição, como a cama de madeira e o aquecedor recoberto de louça.
Passamos também pelo famoso cemitério da cidade, pois o guia turístico sinalava a existência de uma grande catacumba, mas no meio do percurso acabamos mudando de idéia. Visitar cemitérios não é a nossa praia.
Ahh ... não posso deixar de comentar que Salzburg é a cidade natal do Mozart. É possível encontrar chocolates e mini violinos em qualquer loja de souvenir. A casa onde nasceu o músico, no centro histórico da cidade, serve de museu. Como estávamos curto de tempo não conseguimos visitá-lo. E eu também não sei se iria gostar desse tipo de museu.
E com este céu INCRÍVEL deixamos Salzburg, com vontade de quero mais e pensando em tornar no verão :)
Ciao ciao

terça-feira, 1 de junho de 2010

Salzburg - Parte 1

O começo da viagem foi brilhante!!! ehhehehe Muito brilhante, antes de rumarmos para Salzburg passamos pela fabrica da Swarovski localizada nas proximidades de Innsbruck. O lugar é uma loucura, embora a cara feia do boneco da entrada, e os preços são ótimos. Fora isso, ainda tivemos direito a recuperar 12% do valor adquirido em função do imposto.
Junto com a loja da fábrica foi construído o museu do cristal, mais informações neste site.
O dia estava com uma cara feia também, tudo meio nublado, mas de qualquer forma a tranquilidade do lugar nos deixou impressionados.
Salzburg é a quarta maior cidade de Austria e faz parte do patrimônio da UNESCO. A parte antiga da cidade, chamada Altstadt, é famosa pela arquitetura barroca. O que não é de se admirar, pois as casa antigas e as ruas estreitas são uma graça.
A cidade desenvolveu-se entra a encosta do morro, aos pés do castelo de Salzburg, e o rio Salzach.
Algumas casas foram construídas usando o parede de preda do morro como acabamento interno. E em alguns casos as habitações encontram-se completamente dentro da parede rochosa.
Como era de se esperar a cidade possui uma enorme D'uomo em estilo barroco, Salzburger Dom, no centro histórico. A mesma foi construída no sec XVII e parcialmente destruída durante a segunda guerra mundial.
A riqueza de detalhes do seu interior nos deixou encantados. Principalmente os detalhes feitos em mármore, ou algo parecido.

O dia nublado e chuvoso não colaborou com o meu desejo de fotografar :S
Logo, volto para mostrar o resto da viagem.
A presto, ciao ciao

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Sass Pordoi - Parte 2

Depois de um almoço delicioso, do qual eu esqueci de tirar uma foto, rumamos para uma pequena cidade com o objetivo de visitar um museu. Confesso que não estava com a mínima vontade de visitar um pequeno museu, que não parecia ter nada de atraente. Eu estava mais inclinada a procurar um bar e ficar no sol tomando café.
Só que o lugar era tão pequeno que não achamos nenhum bar aberto no sábado à tarde. Ainda bem! Porque o pequeno foi surpreendente! Em resumo, o lugar mostra a cultura do povo da região ao longo dos anos. Começando pelos homens das cavernas! hehehe

Achamos um caderno que ensinava a fazer um pó que quando misturado com água virava tinta.
Vimos também vários instrumentos de trabalho, e a parte mais interessante foi assistir os vídeos antigos com atividades cotidianas. Tipo preparar o feno para o inverno, fazer chucrute em um tonel gigantes, plantas e colher batatas, .... e tudo isso com a participação intensa das mulheres, inclusive as noninas!
Depois foi a vez de ver as fantasias de carnaval :)

Ahhh ... fiquei pasma em perceber que algumas coisas são milenares e existem independente da crença ou continente. Achei um breve! Sacuces por aqui! Que nada mais de um saquinho cheio de ervas e benzido para curar algum doença durante e infância. Na hora lembrei dos muitos que usei quando criança com a esperança de ficar curada do bronquite. Meus pais realmente acreditavam que isso funcionou! Eu não compartilho muito essa opinião, mas de qualquer forma não tenho mais bronquite ou asma.
Por fim, ficamos analisando a ciaspola e os esquis usados a muito tempo. É incrível como o princípio básico e a forma continuam a mesma. Hoje o que faz a diferença é a qualidade do material, pois a estrutura parece a mesma.

E assim acabou o nosso domingo, com direito a cochilo dentro do bus no sol.
Ciao ciao, a presto!